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Cuidado com as plantas que podem ser remédio

29/02/2016

Eu acredito na cura pela natureza, e que é bem melhor cuidar pra não ficar doente do que cuidar de doença, que é exatamente a proposta do blogue.

Tanto é que nem dá pra experimentar chá ou fazer experiência porque eu não tenho nada. Se bem que um chá depois das refeições é bom pra auxiliar a digestão, mas algumas vezes estou tão cansada que acabo dormindo sem fazer o chá.

Vi duas vezes o texto cujo assunto era a losna e da infinidade de benefícios que ela traz pra saúde: ajudar no tratamento de vermes intestinais, cólicas, diarreia, má digestão, azia, falta de apetite, problemas nervosos, febre ou problemas biliares. A maioria dos textos não dizem que losna é altamente toxica e que não pode ser consumida crua, só em forma de chá. Lembrei do meu pai falando que era bom para os problemas de estomago e lembrava vagamente da planta. Eu já tinha ouvido alguma coisa porque pesquisei sobre o absinto. Sinceramente não liguei uma coisa a outra.

Encontrei e comprei um pé da planta que não tem um palmo de altura. É bonitinha, verde azulada chegando ao cinza com as folhas parecidas com a salsa. Seca fica prateada.

losna

Sai de manhã para o trabalho e peguei uma folha. Saí com a folha na mão. Comecei o dia de trabalho e a folha na mesa do trabalho, ia pesquisar um pouco sobre ela. Levantei e fui tomar água. Lavei a folha e mordi pra saber se era amarga: é muito amarga. Não senti nenhuma necessidade de cuspir. Peguei meu copo d’água e voltei ao posto de trabalho. Sendo muito amarga tomei água e continuei o trabalho. Passou um pouco, tomei mais água e não tinha me dado conta que depois disso estava indo no banheiro de 10 em 10 minutos. Saia um pingo de urina sem cor por conta da água que tomei pela manhã no café da manhã e depois que cheguei no trabalho. Quando me dei conta já tinha ido umas três ou quatro vezes em intervalos de 10 minutos quando percebi esquisito a frequencia que ia ao banheiro comecei anotar e vi que estava muito insistente as idas. Fui pesquisar na internet e fiquei apavorada: não pode ser consumida crua, só chá. Liguei pro médico da clínica onde faço a consulta periódica: a secretária disse que só podia atender com horário marcado. Perguntei sobre encaixe ou em caso de emergência. Ela disse que não havia nenhuma possibilidade de atendimento. Liguei para a administração pra saber do plano de saúde, ninguém sabia dizer quem atenderia nesses casos de envenenamento. Até poderia chamar meu marido, mas ele ia encher tanto a minha paciência que foi mais prudente pegar um táxi e ir só para o pronto socorro há duas quadras do trabalho. O taxista perguntou: onde vamos? Eu falei pronto socorro. Ele: curioso sem ser imprudente falou: ainda bem que você escolheu eu, charmoso e bonitão, porque tem muita coisa ruim por aí. Eu não tava com nenhuma vontade rir, tão pouco de dar vazão para o senso de humor dele. Nem precisou aguentar muito tempo. Percebi alguma preocupação sobre o meu estado de saúde da parte dele. Paguei e desci em frente ao pronto socorro. Era gente pra todo lado, com todo tipo de dor e problema. Entrei e me informei. O atendente apontou uma fila enorme. Eu falei: eu acho que estou envenenada não dá pra esperar numa fila. Do lado tinha outro atendente. Me dirigi até ele e perguntei: eu tenho que ficar nessa fila, eu acho que estou envenenada. Ele olhou pra mim e não tava certo que eu tava com aparência de envenenada, mas indicou o número XXX, na mesma calçada, a emergência (acidente de trânsito). Cheguei lá no número XXX também não convenci que eu estava envenenada. O atendente falou: aqui é só atropelamento e me deu um panfleto indicando os atendimentos regionais – tudo longe de onde eu me localizava. Acho que ficar com muita raiva de toda a maratona me ajudou a descer a pé o quarteirão que tinha subido de táxi. No meio do caminho comprei e tomei um suco de uva geladinho pra reanimar.

O mal estar foi talvez por estar com quadro de tosse que estava acabando, somado com o trabalho na posição sentada justifica a leve dormência nas pernas. Eu quis ser atendida porque se fosse envenenamento eu poderia ficar pior. Ainda bem que não foi tão grave e me manter alimentada com o café da manhã e hidratada ajudou bastante.

por Helenice em 29 de fevereiro de 2016

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